Archive em 2018

O país que lê menos livros

Segundos dados da União Europeia, publicados pelo jornal Expresso do fim-de-semana passado, indicam que Portugal é o estado-membro com o mais baixo índice de leitura. Nos últimos doze meses, apenas 40 por cento dos inquiridos tinham lido um livro, contra os 90 por cento da Suécia, os 86 por cento da Holanda… bem de todos os países. A seguir a Portugal, pela negativa, está a Grécia, de onde 50 por cento dos inquiridos disseram ter lido um livro no último ano, Bulgária 55%, Itália 56% e daí para cima.

Consumo de bens culturais na UE

Portugal está no fim da lista também na dança, ir ao teatro, visitar livrarias ou ir a concertos, museus, monumentos ou cinemas.

La Vanguardia: Barcelona, cidade de escritores

No anos 60 e 70, a chegada de grandes escritores latino-americanos que incluiu dois Nobel e três Cervantes – García Márquez, Vargas Llosa, Jorge Edwards e Sergio Pitol – criou um ambiente em Barcelona. “Como será hoje?”, pergunta o jornal La Vanguardia. E responde neste trabalho, dizendo que sim. Aos latino-americanos junta-se o francês – com dois Goncourt, Mathias Enard e Jonathan Littell, autores em catalão de outras culturas, como Najat el Hachmi, Flavia Company ou Silvana Vogt. Para ler no link.

Prémio Livro do Ano da Bertrand


A Livraria Bertrand começou, no ano passado, o prémio literário que é atribuído por leitores e livreiros. O Prémio Livro do Ano Bertrand “irá distinguir a obra em prosa, seja romance, conto ou novela”, destacado em cada uma das categorias “Melhor livro de ficção lusófona”, “Melhor livro de ficção de autores estrangeiros” e “Melhor reedição de obras essenciais da literatura lusófona ou universal”. A lista dos quinze livros finalistas, cinco de cada categoria, podem ser votados pelos leitores aqui (neste link). No mês que vem, será divulgado o vencedor de cada categoria, aos quais será reservado um lugar de destaque nas livrarias Bertrand, em especial ao longo de todo o ano de 2018. O vencedor da 1.ª edição foi História da Menina Perdida, de Elena Ferrante, lançado em Portugal, em 2016, pela editora Relógio d’Água. Assim, finalistas do Melhor Livro de Ficção Lusófona, são “Até que as Pedras se tornem mais leves de que água”, de António Lobo Antunes, “Hoje Estarás Comigo no Paraíso”, de Bruno Vieira Amaral, “O Pianista de Hotel”, de Rodrigo Guedes de Carvalho, “Sinal de Vida”, de José Rodrigues dos Santos, “Isabel de Aragão, Entre o Céu e o Inferno”, de Isabel Stilwell. Os finalistas para a Melhor Reedição de Obras Essenciais da Literatura Lusófona ou Universal são “Os Miseráveis I”, de Victor Hugo, “A Sibila”, de Agustina Bessa-Luís, “Meia-Noite ou o Princípio do Medo”, de Richard Zimler, “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, “Oliver Twist”, de Charles Dickens. Os melhores livros de ficção de autores estrangeiros serão escolhidos entre “Escrito na Água”, de Paula Hawkins, “Uma Coluna de Fogo”, de Ken Follett, “Para lá do Inverno”, de Isabel Allende, “Homens sem Mulheres”, de Haruki Murakami, e “Origem”, de Dan Brown.