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O Doodle de Macondo

Gabriel García Márquez é o homenageado de hoje do Google, com um Doodle próprio. O autor Nobel de “Cem Anos de Solidão” e “Amor em Tempo de Cólera” faria hoje 91 anos. Faleceu a 17 de abril de 2014, na Cidade do México, após ser internado com pneumonia enquanto tratava um câncro no sistema linfático. O Doodle de hoje foi idealizado por Matthew Cruickshank e representa a aldeia de Macondo, criada em “Cem Anos de Solidão”. Livro iniciador do realismo mágico, conta a história da família Buendía, que aqui aparece. García Márquez nasceu em Aracataca, na Colômbia, em 1927.

I have to sing about the Book I read

I’m writing ‘bout the
Book I read
I have to sing about the
Book I read
I’m embarrassed to admit it hit the soft spot in my heart
When I found out you wrote the
Book I read so
Take my shoulders as they touch your arms I’ve
Got little cold chills but I feel alright The
Book I read was in your eyes oh oh
Oh…I’m living in the future.
I feel wonderful.
I’m tipping over backwards
I’m so ambitious
I’m looking back I’m
Running a race and you’re the book I read so
Feel my fingers as they
Touch your arms
I’m spinning around but I feel alright
The book I read was in your eyes

Talking Heads – The Book I Read

Dez curiosidades sobre Virginia Woolf

Nascida a 25 de Janeiro de 1882. Algumas particularidades de Virginia Woolf.

Era bipolar. O transtorno terá estado na origem da sua morte, por suicídio, em 1959, após uma depressão.
Não foi à escola. Os seus país encarregaram-se da sua educação. Antes dos sete, já estudava latim, francês e história.
Difícil trato. Conta-se que era uma cliente difícil nas lojas, discutindo amiúde com as funcionárias.
Príncipe da Etiópia. Com um grupo de amigos, pintou a cara de negro e vestiu-se com túnica para se fazer passar pelo príncipe da Etiópia. De tal forma que conseguiu fazer uma viagem no couraçado HMS Dreadnought.
Primeira tentativa de suicídio. Aos 22 anos, atirou-se de uma janela. Não ficou muito ferida porque a janela não era suficientemente alta.
Figura do feminismo. “Uma mulher deve ter dinheiro e casa própria se pretende escrever ficção” tornou-se referente no feminismo dos 1970.
Ulisses. O seu marido e editor,  Leonard Woolf, recusou a publicação do Ulisses de James Joyce por ser impossível de imprimir na sua gráfica com máquina manual.
Próxima de judeus. O seu marido era judeu, esteve muito próxima desta comunidade e criou vários personagens judeus.
Objectivo de Hitler. Devido a essa relação com os judeus, foi juntamente com o marido incluída na lista de alvos a abater da “lista da morte” do invasor.
Três semanas a aparecer. Suicidou-se depois de se ter recolhido numa cabana de pedras e atirou-se a um rio próximo da casa. O corpo demorou três semanas a aparecer.

 

A Arte Subtil De Saber Dizer Que Se F*da, em português

Saída de Emergência coloca hoje nas bancas, através da chancela Desassossego, o livro “A Arte Subtil de Saber Dizer Que se Foda”, de Mark Manson. Neste livro, o autor manda foder o pensamento positivo e “as grandes doses de treta e de expectativas ilusórias em relação a nós próprios e ao mundo” que caracterizam “a sociedade contemporânea”.  O livro nasce de um blogue que Manson começou a publicar com o lema “Let’s be honest, shit is f**ked and we have to live with it.”

Livros nacionais e internacionais do crítico Eduardo Pitta

O crítico Eduardo Pitta escolheu os livros do ano para a revista Sábado, nacionais e internacionais. Cristina Carvalho com “Rebeldia”, Bruno Vieira Amaral de “Hoje Estarás Comigo no Paraíso”, a biografia de Nelson Rodrigues de Ruy Castro, os textos da New Yorker de George Steiner, os três de Javier Marías em “O Teu Rosto Amanhã”, além do novo de Saunders e o antigo O Escritor Fantasma, de Roth. A ler no blog Da Literatura.

±MaisMenos± expõe na Livraria Arquivo

A Livraria Arquivo, de Leiria, tem exposto até ao dia 5 de Outubro, uma recolha fotográfica do trabalho de Miguel Januário, o artista que assina como MaisMenos. “No Princípio Era o Verbo” mostra a primeira década de ±, esse projecto de intervenção artística que questiona o modelo de sociedade, política, económica e socialmente, “por entre uma enciclopédia de exercícios de ironia, drama premeditado e labirintos de circularidade” como escreve Heitor Alvelos na apresentação da mostra (texto em baixo). 
A exposição “No Princípio Era o Verbo”  está inserida em Arte Pública Leiria: Paredes com História (+).

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