Prémio Livro do Ano da Bertrand


A Livraria Bertrand começou, no ano passado, o prémio literário que é atribuído por leitores e livreiros. O Prémio Livro do Ano Bertrand “irá distinguir a obra em prosa, seja romance, conto ou novela”, destacado em cada uma das categorias “Melhor livro de ficção lusófona”, “Melhor livro de ficção de autores estrangeiros” e “Melhor reedição de obras essenciais da literatura lusófona ou universal”. A lista dos quinze livros finalistas, cinco de cada categoria, podem ser votados pelos leitores aqui (neste link). No mês que vem, será divulgado o vencedor de cada categoria, aos quais será reservado um lugar de destaque nas livrarias Bertrand, em especial ao longo de todo o ano de 2018. O vencedor da 1.ª edição foi História da Menina Perdida, de Elena Ferrante, lançado em Portugal, em 2016, pela editora Relógio d’Água. Assim, finalistas do Melhor Livro de Ficção Lusófona, são “Até que as Pedras se tornem mais leves de que água”, de António Lobo Antunes, “Hoje Estarás Comigo no Paraíso”, de Bruno Vieira Amaral, “O Pianista de Hotel”, de Rodrigo Guedes de Carvalho, “Sinal de Vida”, de José Rodrigues dos Santos, “Isabel de Aragão, Entre o Céu e o Inferno”, de Isabel Stilwell. Os finalistas para a Melhor Reedição de Obras Essenciais da Literatura Lusófona ou Universal são “Os Miseráveis I”, de Victor Hugo, “A Sibila”, de Agustina Bessa-Luís, “Meia-Noite ou o Princípio do Medo”, de Richard Zimler, “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, “Oliver Twist”, de Charles Dickens. Os melhores livros de ficção de autores estrangeiros serão escolhidos entre “Escrito na Água”, de Paula Hawkins, “Uma Coluna de Fogo”, de Ken Follett, “Para lá do Inverno”, de Isabel Allende, “Homens sem Mulheres”, de Haruki Murakami, e “Origem”, de Dan Brown.

Livros brasileiros do ano de 2017, segundo o Listas Literárias

O Listas Literárias fez as suas listas principais do ano, escolhendo os livros brasileiros de 2017
1 – Como Se Estivéssemos em Palimpsestos de Putas, de Elvira Vigna
2 – Sombras de Reis Barbudos, de José J. Veiga
3 – Circo, de Alckar Santos
4 – Jantar Secreto, de Raphael Montes
5 – A Mãe, a Filha e o Espírito da Santa, de P. J. Pereira
6 – A Morte Tem Final Feliz, de Márcio Paschoal
7 – O Cambista do Cais do Porto, de J. C. de Toledo Hungaro
8 – O Ascendente, de Ceres Marcon
9 – Capão Pecado, de Ferréz
10 – O Exilado Político Vegetariano, de Alexandre Kostolias

E as “melhores leituras” internacionais

Morreu Sue Grafton

A escritora norte-americana Sue Grafton, conhecida pela série de livros dos “crimes do alfabeto”, com a detetive Kinsey Millhone, morreu aos 77 anos, vítima de cancro. Nascida em 1940, Grafton ficou famosa pela série em que o título de cada livro começava com uma letra diferente. Terminou com o ‘Y is for Yesterday‘.

“Many of you also know that she was adamant that her books would never be turned into movies or TV shows, and in that same vein, she would never allow a ghost writer to write in her name,” her daughter wrote. “Because of all of those things, and out of the deep abiding love and respect for our dear sweet Sue, as far as we in the family are concerned, the alphabet now ends at Y.”
O viúvo afirmou à Associated Press que ela andava em busca de uma ideia para última letra do alfabeto, o Z era um dos motivos que a ajudava a combater o raro e normalmente fatal câncro do apendice. “Nada foi escrito”, afirmou, “there is no Z”, “nobody in this family will ever use the letter Z again”, cita a agência que esta frase foi dita em tom de riso.

Livros nacionais e internacionais do crítico Eduardo Pitta

O crítico Eduardo Pitta escolheu os livros do ano para a revista Sábado, nacionais e internacionais. Cristina Carvalho com “Rebeldia”, Bruno Vieira Amaral de “Hoje Estarás Comigo no Paraíso”, a biografia de Nelson Rodrigues de Ruy Castro, os textos da New Yorker de George Steiner, os três de Javier Marías em “O Teu Rosto Amanhã”, além do novo de Saunders e o antigo O Escritor Fantasma, de Roth. A ler no blog Da Literatura.

Livros do ano do jornal Observador

O jornal online Obseervador publicou uma listas com os livros do ano escolhidos por alguns dos seus colaboradores como Bruno Vieira Amaral, Carlos Maria Bobone, João Pedro Vala, Nuno Costa Santos, Joana Emídio Marques, Jorge Almeida, José Carlos Fernandes, Miguel Freitas da Costa, Rita Cipriano e Vasco Rosa.

Link aqui

Livros do ano da Máquina de Escrever

O Máquina de Escrever escolheu os Livros de 2017. Os primeiros cinco são “Deserto/Nuvem“, de Francisco Sousa Lobo (Chili com Carne), “O Homem Que Passeia“, de Jiro Taniguchi (Devir), “A Estrada Subterrânea“, de Colson Whitehead (Alfaguara), “Os Ignorantes“, de Étienne Davodeau (Levoir), “Shenzheen – Uma Viagem à China“, de Guy Delisle (Devir). E continua aqui.

Livros do ano, segundo o Babelia

O suplemento cultural do El País, Babelia, destacou os livros do ano em Espanha, de acordo com a escolha de 50 personalidades.

1. Berta Isla, Javier Marías (Alfaguara)
2. Clavícula, Marta Sanz (Anagrama)
3. Poesía completa, Robert Frost (Linteo)
4. Transición, Santos Juliá (Galaxia Gutenberg)
5. 4, 3, 2, 1, Paul Auster (Seix Barral)
6. Solenoide, Mirce Cartarescu (Impedimenta)
7. Examen de ingenios, J. M. Caballero Bonald (Seix Barral)
8. La vida negociable, Luis Landero (Tusquets)
9. Un día en la vida. Los diarios de Emilio Renzi III, Ricardo Piglia (Anagrama)
10. Cuentos completos, Henry James (Páginas de Espuma)

11. Derecho natural, Ignacio Martínez de Pisón (Seix Barral)
12. Poesía reunida, Ida Vitale (Tusquets)
13. Poesía reunida, William Carlos Williams (Lumen)
14. O Futuro, Abraham Gragera (Pre-Textos)
15. La levedad, Catherine Meurisse (Impedimenta)
16. La uruguaya, Pedro Mairal (Libros del Asteroide)
17. El club de los mentirosos, Mary Karr (Errata Naturae / Periférica)
18. Cáscara de nuez, Ian McEwan ( Anagrama)
19. Mac y su contratiempo, Enrique Vila-Matas (Seix Barral)
20. Páginas escogidas, Rafael Sánchez Ferlosio (Literatura Random House)