Descarga: Obra completa de Machado de Assis


Machado de Assis é um dos maiores escritores brasileiros de sempre. Como fruto da época (1839-1908), escreveu em vários géneros, da poesia à crítica, do romance ao folhetim, do teatro à crónica. A sua extensa obra, copia-se da Wikipédia, “constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas”. De as obras mais destacadas está Ressurreição, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Casa Velha, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires.

Resultado de uma parceria entre o Portal Domínio Público – a biblioteca digital do Ministério de Educação e Cultura do Brasil – e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Lingüística (NUPILL), da Universidade Federal de Santa Catarina, nasceu o projecto de Machado de Assis na Internet “que teve como propósito organizar, sistematizar, complementar e revisar as edições digitais até então existentes na rede, gerando o que se pode chamar de Coleção Digital Machado de Assis”. Aí, encontra-se a sua obra digitalizada e disponível para descarregar em .pdf.

Livros brasileiros do ano de 2017, segundo o Listas Literárias

O Listas Literárias fez as suas listas principais do ano, escolhendo os livros brasileiros de 2017
1 – Como Se Estivéssemos em Palimpsestos de Putas, de Elvira Vigna
2 – Sombras de Reis Barbudos, de José J. Veiga
3 – Circo, de Alckar Santos
4 – Jantar Secreto, de Raphael Montes
5 – A Mãe, a Filha e o Espírito da Santa, de P. J. Pereira
6 – A Morte Tem Final Feliz, de Márcio Paschoal
7 – O Cambista do Cais do Porto, de J. C. de Toledo Hungaro
8 – O Ascendente, de Ceres Marcon
9 – Capão Pecado, de Ferréz
10 – O Exilado Político Vegetariano, de Alexandre Kostolias

E as “melhores leituras” internacionais

Zweig recebe maior condecoração brasileira, postumamente

O Brasil homenageou postumamente o escritor austríaco Stefan Zweig com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, maior condecoração do país concedida a estrangeiros. O autor de “Brasil, país do futuro” suicidou-se há 75 anos, em Petrópolis, onde estava refugiado do nazismo.

Na madrugada de 22 para 23 de fevereiro de 1942, Stefan Zweig e sua esposa Lotte acabaram com as suas vidas tomando uma overdose de barbitúricos. Na carta de despedida, o escritor declarou que tinha o dever de “agradecer profundamente a este maravilhoso país, o Brasil, por ter dado a mim e ao meu trabalho uma acolhida tão boa e hospitaleira”.

A casa de Petrópolis, onde morou em seus últimos cinco meses de vida com sua segunda mulher, transformou-se na Casa Stefan Zweig, um pequeno museu e memorial dedicado ao escritor. “O nosso objetivo principal é tornar as ideias humanistas e pacifistas do escritor austríaco, seu trabalho e sua vida, conhecidos da geração mais jovem”, explica a diretora da instituição, Kristina Michahelles.

Nascido em Viena em 1881, Zweig se tornou um dos autores de língua alemã mais lidos desde a década de 1920 (em Portugal essa fama prolongou-se até anos 1960 e hoje a sua obra está a ser reeditada).

A Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul foi criada em 1822 pelo imperador Pedro I, com o nome de Ordem Imperial do Cruzeiro do Sul. Entre as personalidades que já a receberam estão a rainha Elizabeth II, o presidente dos EUA Dwight D. Eisenhower e Che Guevara.

05 Mar 1942, Rio de Janeiro, Brazil — Original caption: Peace At Long Last. Rio De Janeiro, Brazil: Sleeping the eternal sleep that knows no awakening, Stefan Zweig world-renowned Austrian author and his wife are shown as they were found in the little home they had rented in a Rio De Janeiro suburb. Traces of poison in the glass on the bedside table and a note left by the author told the tragic story of a preference for death to exile from the land Zweig loved. The author fled from Austria just before the Nazis moved in. — Image by © Bettmann/CORBIS

Via DW