Reportagem

Reportagem da RevistadeArte-Logopress na exposição “Pessoa. Todo arte es una forma de literatura” no Museu Reina Sofía, mais de 160 obras de pintura, desenho e fotografia de 20 artistas como José de Almada Negreiros, Amadeo de Souza-Cardoso, Eduardo Viana, Sarah Affonso, Júlio ou Sónia e Robert Delaunay, para citar alguns, assim como abundante documentação original (manifestos, livros e revistas, correspondência, etc.), procedente de diversas colecciones privadas e instituições como Fundação Calouste Gulbenkian (56 obras), Biblioteca Nacional de Portugal ou Centre Georges Pompidou. “La muestra narra con este amplio conjunto, cómo Pessoa y los artistas visuales coterráneos de aquella época, al contrario de lo que ocurrió en otros contextos periféricos, nunca fueron miméticos seguidores de las innovaciones surgidas en los centros neurálgicos como París, capital de los nuevos lenguajes artísticos desde el siglo XIX”.

Morreu Germana Tânger


“O episódio mais célebre da sua longa carreira de diseuse foi talvez uma concorrida sessão no Teatro da Trindade, em 1959, quando subiu sozinha ao palco para ler, de cor, os quase mil versos da Ode Marítima de Álvaro de Campos. Um momento marcante não apenas enquanto façanha técnica, mas também pela coragem que exigia, e sobretudo a uma mulher, dizer um tal poema, com as suas violentas imagens de explícita dimensão homossexual e sado-masoquista, numa sala prestigiada do beato Portugal salazarista.”
In Público.